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Zero de Conduta

Zero de Conduta

04
Fev08

Perseguição política é isto

Pedro Sales
O jornalista do New York Times que revelou o programa ilegal de escutas, autorizado por George Bush, foi intimado para revelar as fontes a que recorreu para escrever um capítulo do seu livro sobre o programa nuclear iraniano. Se não o fizer, será preso. Não é a primeira vez que um jornalista do Times é detido por se recusar a revelar as fontes de notícias que embaraçaram a administração Bush. Embora o caso não seja o mesmo, não há como negar que este processo é mais uma tentativa de perseguição política sobre a imprensa que ainda investiga o que se passa nos pouco recomendáveis bastidores da dupla Bush-Cheney.
25
Out07

O homem do Presidente

Pedro Sales

"We will probably have to be a country ruled by men rather than laws, in this period". A frase, de Dick Cheney, momentos depois dos ataques terroristas que destruiram as torres gémeas, são o melhor retracto do programa da administração Bush depois do 11 de Setembro. O programa de extensão dos poderes presidenciais animava Cheney, e a elite republicana, há muito tempo. A oportunidade foi-lhes dada por Bin Laden. The Cheney´s law, um documentário da PBS, é um excelente resumo desse projecto de uma república musculada, imperial e em que as leis são um empecilho a contornar quando dá jeito. No site da PBS, pode-se ver a versão completa, e em alta qualidade, deste excelente documentário.
10
Jul07

Bom Dia, faltam

Vasco Carvalho

560 DIAS PARA A QUEDA DE DICK CHENEY


20 de Janeiro de 2009. É a data marcada para a redenção dos EUA, com a retirada de cena da administração Bush-Cheney e o juramento de bandeira de novo dynamic-duo. 560 dias portanto para imaginar embates como Gore-Obama vs. Bloomberg-Schwarzenegger, êxito de bilheteira garantido. Sobretudo 560 dias de política para além do freak show bicéfalo, Bush-Cheney.

Ou não? As possibilidades são infinitas e vão desde a miragem neo-Nixon de uma destituição de poderes em pleno mandato (ver também aqui ou aqui) a um final de mandato à Guerra das Estrelas: intensificar no Iraque, manter o Afeganistão e, mesmo no finalzinho, quando já ninguém espera, bombardear o Irão 'back to the Stone Age'. Buum, explode a Estrela da Morte, e final de filme.

Infelizmente, esta segunda possibilidade parece bem mais factível que a primeira. Os planos são conhecidos e a vontade de Cheney já expressa (ver aqui ou melhor e com detalhe aqui). Quem considere isto improvável ou duvide da força do Vice-Presidente pode começar por repensar o impacto da personagem na história recente, lendo esta sequência de artigos de antologia no Washington Post.

É favor conservar-se sentado, apertar o cinto e agarrar-se à cadeira, que a aproximação à pista pode ser turbulenta.

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