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Zero de Conduta

Zero de Conduta

21
Jan08

Indústria do tabaco preocupada com a má imagem dos livros

Pedro Sales
Uma pequena editora britânica está a publicar, em pequenos livros de bolso com um grafismo semelhante ao dos maços de tabaco, uma selecção de contos e pequenas histórias de alguns dos principais nomes da literatura mundial. Kafka, Tolstoi, Conrad ou Stevenson, são alguns dos autores que viram algumas das suas obras "embrulhadas" neste visual distintivo. Uma verossimilhança que preocupa uma das maiores empresas tabaqueiras, a British American Tobacco, que exige a retirada imediata de circulação d´"As neves de Kilimanjaro", de Hemingway. Diz a empresa que o grafismo da obra em questão é demasiado similar à da imagem distintiva da Lucky Strike, podendo levar o público a pensar que a empresa apoiou, patrocinou ou está de alguma forma relacionada com os livros editados, uma associação "que pode diminuir a confiança na marca Lucky Srike". Compreende-se. A pessoa comprar um livro, pensando que está a comprar uma maço de tabaco, e reparar que os seus pulmões não se ressentem da compra é uma daquelas coisas que destrói a a confiança e o bom nome de uma marca. Isto há coisas...
29
Dez07

E para o ano, se não der muito trabalho, vejam lá se acabam com o desemprego e colocam a economia a

Pedro Sales
"Se o Sol não tivesse nascido a 16 de Setembro de 2006, o concurso da Ota já se teria realizado e a localização do novo aeroporto de Lisboa seria irreversível". É desta forma que este semanário dá à estampa uma das mais delirantes notas editoriais de que há memória. "Só por isto teria valido a pena lançar este jornal", asseveram. O "só" é para enganar, claro, que não há espaço para a modéstia na capa deste semanário que nos faz o favor de adiantar os temas em que "marcou a agenda" de 2007."O Sol trouxe mais, muito mais, à imprensa portuguesa e ao país". É uma pena terem parado por aqui, porque aqui chegados já só estamos à espera de encontrar sinais indesmentíveis do contributo decisivo do semanário para a excelência do último filme dos irmãos Coen, nos avanços na pesquisa com células estaminais e para a assinatura do Tratado de Lisboa. A desmesurada imagem que José António Saraiva tem de si próprio é responsável por algumas dos mais hilariantes editoriais e crónicas de que há memória na imprensa nacional. Mas, que consiga transportar as suas idiossincrasias pessoais de uma forma tão marcada para a primeira página de um jornal com alguns excelentes profissionais, sem que ninguém tema cobrir-se de ridículo, começa a ser um caso de estudo que merece ser seguido com atenção.
26
Nov07

Uma descoberta tão chocante que até vamos propor a descida da imputabilidade criminal para os 3 anos

Pedro Sales

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