De Paulo Mouta a 23 de Agosto de 2008 às 02:03
Concordo em absoluto com a lei que vai regressar à assembleia. Mas penso que, sendo o casamenro uma "instituição" derivada do religioso deve separar-se totalmente da vertente civil. A questão aqui está meramente na aplicação do direito a duas pessoas que resolvam constituir uma determinada forma familiar. Nenhuma lei obriga a que exista um casamento. E não casamento não se coloca a hipótese de existir divórcio.

Muita gente opta irresponsavelmente por aceder ao folclore religioso sem a mínima consciência do que significa a "instituição" casamento. Para esses é feita esta lei.

O PR tem todo o direito de vetar. Para isso foi eleito. CLaro que é um veto meramente ideológico mas legítimo.

Só resta aprovar de novo a mesma lei em assembleia e esperar que Cavaco a promulgue...


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