Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
A palavra aos especialistas

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa considera o novo regime do divórcio “ofensivo do valor da religião para a estabilidade das relações afectivas”. Deixando de lado a óbvia tentativa de imposição das orientações morais de uma confissão religiosa como lei, o que choca é a mundividência e arrogante convicção de que a religião é um valor necessário para a existência de relações afectivas. Estáveis, claro, até porque os ateus são todos uns empedernidos badalhocos, sem afecto e sem moral.  Haja paciência, que já começa a faltar.



publicado por Pedro Sales às 02:33
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Comentários:
De Pedro Sales a 23 de Agosto de 2008 às 15:46
acredito que exista muito boa gente para quem a religião tenha importância nas relações afectivas. Para uns tem, para outros não. Eu não consigo, nem quero, avaliar essa importância. Pelo contrário, a Igreja invoca esse facto para defender o veto de uma lei de um estado laico. A arrogância está aí.


De Ibn Erriq a 1 de Setembro de 2008 às 17:34
LOL,

Está a ver não custa nada respeitar a opinião dos outros!

Em meu entender, o problema começa quando o PS (Pedro Sales) quer generalizar as opiniões, como disse e reafirmo, eu não acredito em religiões, contudo, respeito e aceito como válidas as opiniões das pessoas ligadas à religião, desde que não as mantenham nessa esfera.
Acho completamente aceitável que as pessoas católicas estejam convictas de que a religião fortalece as relações afectivas!
Não concorda?


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