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Zero de Conduta

Zero de Conduta

22
Ago08

A palavra aos especialistas

Pedro Sales

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa considera o novo regime do divórcio “ofensivo do valor da religião para a estabilidade das relações afectivas”. Deixando de lado a óbvia tentativa de imposição das orientações morais de uma confissão religiosa como lei, o que choca é a mundividência e arrogante convicção de que a religião é um valor necessário para a existência de relações afectivas. Estáveis, claro, até porque os ateus são todos uns empedernidos badalhocos, sem afecto e sem moral.  Haja paciência, que já começa a faltar.

5 comentários

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    Pedro Sales 22.08.2008

    Eu não os pretendo impor a ninguém, ao contrário do outro senhor que diz que a religião é um valor necessário para ter uma relação afectiva estável.
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    Ibn Erriq 22.08.2008

    Não tenta que curioso! Olhe que quase parece que sim! Em meu entender só podemos criticar aqueles aos quais não imitamos o tiques não acha?

    Não encontrei em sitio nenhum da noticia do publico a frase que atribui ao Sr, extrapolar isso é abusivo e pouco honesto!

    mas diz isto “o regime jurídico deve defender a unidade da família porque ela é um bem para a sociedade” com o qual concordo plenamente. E olhe que eu sou um agnóstico convicto, mas não me oponho ferozmente à religião!
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    Pedro Sales 22.08.2008

    Antes de acusar os outros de desonestidade, talvez fosse melhor ler correctamente as notícias linkadas:

    Para Carlos Azevedo, o preâmbulo deste novo regime jurídico do divórcio era “ofensivo do valor da religião para a estabilidade das relações afectivas, da capacidade de perdoar e de manter os compromissos, mesmo quando as condições mudam e exigem sacrifício”.

    Ninguém extrapolou nada, muito menos foi desonesto. Parece-me que perdeu uma boa ocasião para estar calado.
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    Inb Erriq 22.08.2008

    Caro Pedro,

    Tinha colocado um comentário que agora não aparece :-(
    Novamente:

    Pois é o problema é que li e tanto li que comentei daquela forma!

    O que o Sr disse e como o Pedro refere " “ofensivo do valor da religião para a estabilidade das relações afectivas, da capacidade de perdoar e de manter os compromissos, mesmo quando as condições mudam e exigem sacrifício”

    Mas o Pedro tira do texto esta conclusão: "... o que choca é a mundividência e arrogante convicção de que a religião é um valor necessário para a existência de relações afectivas"
    Ou seja, parece querer dizer que o Sr em causa afirma que se não fosse a religião não existiam relações afectivas, quando em parte alguma do texto do jornal público eu vejo issi.

    Chama a isto o quê honestidade? Correcção? Bom, se sim então nós temos valores bem diferentes, eu prezo imenso a justeza e o rigor dos argumentos e o Pedro?

    Afinal quem perdeu a oportunidade, já agora, não de estar calado mas sim de não escrever ;-)
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