De Lutz a 16 de Agosto de 2008 às 12:00
Rushdie tem razão. Não faço juizos sobre o caracter de Rushdie nem sobre a veracidade ou não dos relatos do ex-segurança. O que faz toda a diferença, é o facto de que o memorialista não é a ex-mulher, ex-amigo ou ex-colega de SR, mas um agente de segurança que obteve conhecimento privilegiado da sua vida privada no exercício das suas funções, que foram requisitados por razões de emergência. Legalmente parece que SR não pode reclamar mais do que o ex-agente não mente, mas se as coisas fossem como deviam ser, este não devia ter mais direito de expor a vida de SR do que o seu médico, psicólogo ou advogado.


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