Terça-feira, 12 de Agosto de 2008
Como eu sou mau a matemática...

...e não percebo grande coisa de estatística, alguém me faz o favor de calcular as probabilidades de duas balas, que são disparadas para os pneus, fazerem ricochete num qualquer objecto e acabarem por se alojar no corpo do mesmo ocupante do carro?

 



publicado por Pedro Sales às 19:11
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Comentários:
De Dutilleul a 14 de Agosto de 2008 às 15:06
Pedro,
Também não percebo de estatísticas, mas não queria, mesmo assim deixar de lhe ser útil. O Pedro evite andar por aí no catanço, procure resistir à tentação de atropelar agentes de segurança, portar-se como um delinquente, em suma.
A delinquência é uma actividade laboral que, estatisticamente falando, aumenta extraordinariamente as probabilidades de alguém levar com um balázio nos cornos.
Eu sei que não parece, mas diz-me o instinto que é assim.


De Dutilleul a 14 de Agosto de 2008 às 16:21
Olhe, Pedro, não resisto, procurando ser tão delicado quanto possível:

O Sr. acha de bom gosto essa sua ironiazinha ordinária?
O Sr. acha que o GNR, quando saiu para trabalhar e se despediu dos filhos, levava com ele o projecto de limpar o sebo a um infante?
O Sr. já pensou, por um segundo que seja, na tragédia pessoal que esse homem estará certamente a viver agora?

Felizmente não padeço dessa doença infantil de categorizar o mundo em coisas que estão à esquerda e coisas que estão à direita – versão erudita do jogo dos índios e cowboys – mas não há dúvida nenhuma que sobrevivem por aí uns índios que insistem em reclamar para si o exclusivo do respeito pela vida humana.
Eu sei que o senhor reivindica 0 de comportamento, mas a arrogância de pretender o monopólio da ética é uma impertinência completamente insuportável.

Faça um esforço para se comportar com alguma civilidade no debate destas questões.

Passe bem.


De João a 14 de Agosto de 2008 às 22:39
A comunidade cigana recusa-se a trabalhar, posta o inteligente. Estive esta semana nas feiras de Braga e Barcelos e vi centenas de ciganos a trabalhar. Todos os dias vejo dezenas de carrinhas de ciganos estacionadas à porta de casa com a parafernália própria para a montagem das barracas de feira.
Não gostam de trabalhar nas obras nem nas fábricas? Não, não gostam, vem do milenar espírito nómada e libertário. E daí, deve-se disparar quando roubam, porque são ciganos e por isso automaticamente suspeitos de tenebrosos crimes além do que estão a praticar, roubar ferro-velho?
Se fossemos por aí, o que fazer aos empresários que roubam os salários dos trabalhadores, encerram as empresas, roubam as máquinas e abrem nova empresa na porta ao lado? A GNR deve persegui-los e disparar para os pneus?


De Paulo Mouta a 15 de Agosto de 2008 às 01:40
"Espírito nómada e libertário"... em relação aos ciganos? Só pode ser piada de mau gosto.

Realmente há por aí muito empresários que se portam como os ciganos. Aliás mais ainda tente saber quanto do material "vendido" pelos ciganos ´não é contrafeito. E qual a responsabilidade dessa classe empresarial nessa mesma contrafacção. E já agora tente saber quanto é que esses mesmos ciganos trabalhadores libertários pagam de IRS, IRC ou IVA. E quantos deles, dessses que vê nas feiras, é que não estão dependentes dos rendimentos mínimos e outras subvenções... e depois pense um bocadinho se vale a pena matar-se a trabalhar uma vida e ter as contas em dia para sustentar esta corja.



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