Comentários:
De Sócrates a 12 de Agosto de 2008 às 22:05
Segundo a versão da GNR, o condutor da carrinha não respeitou a ordem de paragem e por pouco não atropelou o agente que se teve que desviar. Uma carrinha pode ser tão ou mais mortal que uma bala.


De Pedro Sales a 12 de Agosto de 2008 às 22:17
Caro Sócrates,

Essa versão era a versão da GNR de ontem. Hoje já mudaram a história, dizendo que viram os ocupantes do carro fazer um movimento que parecia indicar que iam disparar. Quem sabe qual será a história que vão contar amanhã.


De António de Almeida a 13 de Agosto de 2008 às 11:20
Hoje já mudaram a história, dizendo que viram os ocupantes do carro fazer um movimento que parecia indicar que iam disparar
-Estava uma arma no banco de trás da carrinha.
-Ao que parece o assaltante (pai da criança), é um fugitivo da cadeia, cadastrado por assaltos.
-Face a estes pressupostos, não existindo testemunhas, parece-me mais sério acreditar na palavra dos agente que na dos marginais. Mas isso sou eu, cada um acredita no que quer...


De Sócrates a 13 de Agosto de 2008 às 13:54
O que eu li foi que, após inicialmente terem tentado atropelar um dos agentes da autoridade, durante a perseguição um dos agentes pareceu ver-lhe uma arma à janela, tendo por isso tentado parar a carrinha atirando para os pneus.

Agora, eu gostava era de ver os comunicados à imprensa da GNR e não jornalistas a dizerem (ontem na SIC a criança tinha 13 anos, hoje já tinha 12 e antes disso já tinha ouvido 11 anos), assim como a GNR só se devia pronunciar após o inquérito.


De Sócrates a 13 de Agosto de 2008 às 13:54
O que eu li foi que, após inicialmente terem tentado atropelar um dos agentes da autoridade, durante a perseguição um dos agentes pareceu ver-lhe uma arma à janela, tendo por isso tentado parar a carrinha atirando para os pneus.

Agora, eu gostava era de ver os comunicados à imprensa da GNR e não jornalistas a dizerem (ontem na SIC a criança tinha 13 anos, hoje já tinha 12 e antes disso já tinha ouvido 11 anos), assim como a GNR só se devia pronunciar após o inquérito.


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