De JDC a 13 de Agosto de 2008 às 01:02
Obviamente que o disparo dos GNR's foi desproporcional ao caso em questão. Mesmo assim, é da responsabilidade do pai manter o seu filho fora de perigo de vida. Mas se acha normal e razoável que se leve um miúdo de 12 anos para roubar... A verdade é que, por negligência, o pai também tem responsabilidades pelo que aconteceu... Resta aos tribunais portugueses decidir qual a proporção.


De Pedro Sales a 13 de Agosto de 2008 às 06:02
Eu não acho normal e razoável que se roube, quanto mais que se leve o filho de 12 anos. Mas isso não me faz esquecer que não posso colocar ladrões e GNR no mesmo plano. Os primeiros são delinquentes, que devem ser julgados pelos seus delitos, os segundos fazem parte do corpo policial a quem entregámos, como comunidade, o monopólio da violência. Devem ser escrutinados por todos e têm a obrigação de respeitar a lei. É essa a diferença. Tudo o resto tem o lugar certo para ser julgado. Os tribunais, não o cano das armas de um agente de serviço.

Porque o que está em causa é o seguinte. Com 12 anos ou 56 não é suposto quem está a fugir da polícia acabar morto por uma bala da GNR. Principalmente quando o seu delito foi roubar meia dúzia de tostões. Nos últimos dois anos, esta é a quarta vez (e não terceira, como erradamente escrevi anteriormente) que isso acontece. Deveria fazer-nos pensar no treino que as forças da GNR têm para colocar cobro a este tipo de situações.


De Paulo Mouta a 13 de Agosto de 2008 às 23:23
"não é suposto quem está a fugir da polícia acabar morto por uma bala da GNR. Principalmente quando o seu delito foi roubar meia dúzia de tostões."

Pelos vistos o suposto é quem está a fugir... conseguir fazê-lo. Ileso e impune como quase sempre.

Quanto ao roubar meia dúzia de tostões parece-me de todo evidente que isto são práticas correntes com aquela gente. É um comportamento continuado e um estilo de vida. Um criminoso cadastrado, fugitivo e ainda por cima filho da puta suficiente para transportar o filho a tira-colo para as suas negociatas. Quem sabe os crimes que esta gentalha já não cometeu...


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