De manel a 30 de Julho de 2008 às 00:38
Não sei o que esperam quando o Ordenamento do Território é o que é. Câmaras, CCDR's e todos os restantes reponsáveis são incapazes de responder em tempo útil a qualquer coisa proposta por portugueses (os anteriores proprietários andaram muitos anos a tentar perceber o que é que se pode fazer - imobiliário, agricultura, ou qualquer outra coisa), ninguém se atravessa e depois V. Exa espanta-se que um grupo de russos veja a oportunidade e venha por aí abaixo distribuir uns patacos aos indígenas para que as coisas se definam mais rapidamente. Mais PIN's houvesse e tudo iria melhor. Não sei se o autor e todos os leitores deste blogue, que desde já digo que muito aprecio, embora nem sempre concorde com o que leio, acham normal que exista um baldio com este tamanho (o de uma cidade média portuguesa), propriedade privada, em que dificilmente se pode fazer alguma coisa que dê rendimento. Se o Estado Português (nós todos) ou a Câmara Municipal de Faro entendem que o terreno se deve manter exactamente como está, pode sempre expropriar.


De Pedro Sales a 30 de Julho de 2008 às 04:58
Manel,

O problema não tem nada a ver com os russos, mas com a existência de um mecanismo legal, os PIN´s, que foi construído para fazer tábua rasa de toda a legislação de protecção ambiental. Não deixa de ser estranho que mais de 80% dos PINS turísticos fiquem em zonas ambientalmente protegidas. Não tem nada a ver com a desborucratização, mas antes com a transformação das nossas reservas ecológicas em campos de golfe e hotéis. Algo que, como se vê no link, já está a chamar a atenção à Comissão Europeia.


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