Comentários:
De MFerrer a 23 de Junho de 2008 às 16:38
Se se reparar, MFL é duma regularidade extraordinária:
Diz-se e desdiz-se à mesma velocidade a que lhe chegam as motivações do imediato.
Agora é que está no seu apogeu. O resto vai ser sempre a descer. Como o pêndulo.
Tão depressa é preciso reactivar a economia,
como o consumo das famílias que já estão pelos cabelos com as dívidas que fizeram nos últimos 6 a 8 anos.
E que dizer então do fino trato para as questões do investimento reprodutivo?
E essa pérola da justiça social referente ao SNS ?
Vai tudo de pantanas.
Votem nela e depois emigrem.
Nunca isto esteve tão próximo do desatre!
MFerrer
PS- Já copiei o seu post anterior. É excelente.
Obrigado


De maria a 23 de Junho de 2008 às 23:48
O Zapatero encontrou uma solução muito satisfatória de contenção de alguma despesa do Estado que não prejudica as políticas sociais nem implica mais impostos : vai congelar os salários dos altos cargos da administração pública. Vê ? há sempre um sitio certo para ir buscar dinheiro. É preciso é não ter medo.


De João André a 24 de Junho de 2008 às 09:06
500 euros por mês? Ainda há quem pague apenas 500 euros por mês? Sem acesso a créditos bonificados, com empréstimos de pelo menos 100 mil euros e a menos de 40 anos? 500 euros por mês? Isso é quase milagre...


De Alberto Gomes a 24 de Junho de 2008 às 11:18
O SNS é o nosso melhor e mais eficiente serviço público?
Oh não, ainda estamos pior do que eu pensava!


De IF a 27 de Junho de 2008 às 11:05
Mil e poucos euros por mês?? Deixa-me rir! Se a classe média-baixa ganhasse isso por mês estava muito melhor!

Olhe que eu tenho formação superior, tinha um contrato definitivo de trabalho, trabalhava na minha área de formação e ganhava 536€/mês! Fora o subsídio de deslocação que era pago à parte pelo patrão (+100€). Grande fortuna, hein?

O DESincentivo laboral é das questões mais preocupantes da sociedade e da economia portuguesas. Enquanto os patrões pensarem que metem mais dinheiro aos bolsos poupando nos salários dos trabalhadores e cortando em direitos e regalias sociais estamos condenados a não sair da cepa torta.

Há que reinstituir o devido respeito pelos trabalhadores. Quando terminei a faculdade e comecei à procura de emprego, a atitude dominante era de estarem a fazer-me um favor ao oferecerem-me um trabalho precário (a recibos verdes ou mesmo sem contrato), pago miseravelmente ou mesmo sem salário (queres trabalhar? trabalha de graça porque há muitos há procura de emprego e se tu não te sujeitas a isto há quem se sujeite).

Agora mudei-me para o estrangeiro, trabalho numa área totalmente diferente daquela em que me formei e ganho perto de 2,000€. Onde trabalho há respeito pelas nossas qualificações e o nosso desempenho profissional é valorizado. A formação e a reciclagem profissional são incentivadas e até temos uma licença de férias (entre muitas outras) dedicada exclusivamente ao estudo (muitos colegas meus estão a complementar os seus estudos).

É um exemplo a seguir em Portugal.


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