Comentários:
De Gabriel Silva a 15 de Maio de 2008 às 13:11
Não sei se alguém da CML disse isso, mas tais afirmações não contam do Comunicado oficial:
http://www.cm-lisboa.pt/?id_item=16168&id_categoria=11


De Pedro Sales a 15 de Maio de 2008 às 13:52
É verdade. A notícia do Público, de onde eu e muitos outros retirámos a citação, foi alterada e essa parte já não consta.


De Pensador a 15 de Maio de 2008 às 14:39
E porque é que a Leya, oiu outra editora qualquer, não poderão ter os seus próprios pavilhões ?

E porque é que há-de uma obrigatoriedade de ser tudo igual, como vem sendo há não sei quantos anos ?

Se a Leya tem uma concepção diferente para os seus pavilhões acho muito bem. Pelo menos ven contribuir para uma maior diversificação da Feira.

Não faz qualquer sentido a APEL opôr-se a tal, numa espécie de visão colectivista dos pavilhões e de quem expõe.

Acho que tudo se resume a esse malfadado complexo ideológico contra tudo o que é privado e está em crescimento.





De Pedro Sales a 15 de Maio de 2008 às 15:23
O evento é organizado pela APEL. É normal que, quem organiza, defina as regras da Feira. É assim em todas as organizações. A cor da camisola do líder na Volta a França é amarela, por imposição da organização. Já imaginou se as equipas ameaçassem não participar porque queriam que fosse vermelha ou azul?


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