Comentários:
De caodeguarda a 29 de Março de 2008 às 16:58
Pois... mas não vejo que alguém fosse condenar à morte as mocitas por isso, o que não seria bem o caso se se pusesse em causa o Islão ou Maomé... quando muito pode-se criticar ou o gosto dos criativos/empresa, ou a censura por censurar... faz lembras um quadro de Lucas Cranach e o metro de londres, sabe-se lá porquê...


De Igor Caldeira a 29 de Março de 2008 às 22:36
Os países anglo-saxónicos são sempre mais vulneráveis a estas imbecilidades. É a defesa do "multiculturalismo" a funcionar. Se aos muçulmanos permitimos todas as imbecilidades, como proibi-las aos cristãos?


De nuno granja a 31 de Março de 2008 às 18:24
cristão muçulmanos e já agora a família real espanhola, não gostam muito de ser caricaturados, eu pessoalmente acho essencial poderem ser caricaturados e criticados, gostemos ou não

para certas pessoas quando o assunto envolve muçulmanos a a liberdade de expressão deixa de ser o valor mais alto, talvez ofuscadas pela imagem dos aviões a bater na torres


De JV a 31 de Março de 2008 às 21:42
Pequena mas não despicienda diferença: neste caso não foram cristãos enfurecidos, ameaçando de morte o publicitário que gizou este anúncio e empunhando cartazes dizendo aleivosias do tipo «Free Speech is a Cancer, Chistianity is the Answer», que acorbadaram os donos das televisões e os fizeram retroceder. Quando mete o Islão tem sido assim. Além de que se houvesse uns quantos tele-evangelistas a fazê-lo não duvido que os cristãos em peso se pronunciassem condenando o acto - já quando são muçulmanos a cometer essas e outras, que é dos clérigos de Maomé?


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