De Lino José a 21 de Outubro de 2007 às 12:28
Quem está a exagerar, a fazer demagogia, e a pintar tudo de negro, como é característico dos esquerdistas, é você, paula mouta, não sou eu. Essa é uma táctica da esquerda fundamentalista e radical por demais conhecida e vista por cá nos ultimos 33 anos. É a chamada táctica do "quanto pior melhor". Nunca afirmei nada daquilo que você está aí a dizer.

Olhe, de facto os dias de férias são 22, mas há por aí muitos que tiram muitos mais, e que para além disso, em acumulação, só trabalham 7 horas por semana, enquanto os outros, como eu, trabalham 8. Faça as contas e veja quantos dias dá, a somar aos mais de 22 que eles têm de férias. E sabe que mais ? São esses o grosso da manada das manifs de protesto !

Você em vez de falar, faça assim, crie uma empresa contrate empregados e ponha-os atodos a efectivos, e ponha-se do lado de lá, para poder avaliar o que são despesas fixas. Tente-se aguentar 2 anos, e depois venha para aqui contar a experiência ! Aí sou capaz de lhe dar alguma credibilidade.

Os trabalhadores deste país recebem o que a economia produz, de acordo com aquilo que produzem, o que está, óbviamente, ligado à formação que possuem.

Se ninguém neste país, nestes ultimos 33 anos de diarreia ideológica, à mistura com camionetas de incompetência, cuidou de tratar desses aspectos fundamentais, andou a tratar de distruibuir direitos "adquiridos" pelos lobbies corporativos, sem cuidar de saber como e onde ir buscar o dinheiro para eles, e se os outros à nossa volta o fizeram, a culpa é de quem ?

Do 25 de abril, saíu uma maioria sociológica de esquerda, que tem (des)governado este país a seu bel-prazer, criando leis idiotas, muito bonitas no papel, mas de aplicabilidade nula, burocracias mostruosas, aparelhos estatais que se consomem a eles próprios, e verdadeiros lobbies corporativos (vulgo sindicatos de funcionários públicos) que têm semeado o terror entre os (fracos) governantes que temos tido, e impedido toda e qualquer reforma que atentasse contra os seus adquidos tachos.

E assim, chegámos à era da Globalização, onde não há verborreia ideológica que esconda a falta de preparação, com uma mão à frente e outra atrás, numa choradeira infernal, enquanto as Espanhas seguem em frente confiantes, porque tiveram a coragem de fazer o que nós andámos permanente a adiar.


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