De Tiago Loureiro a 31 de Outubro de 2007 às 02:36
Reduzir a diferença da qualidade do ensino, quase exclusivamente, à realidade social dos seus alunos nunca me pareceu justa. Esse será, quando muito, apenas um dos factores que a explicam.

Tal como reduzir o ranking a uma forma de embaraço para as piores escolas, nomeadamente as públicas. Este deve, pelo contrário, servir de mote para um correcto diagnóstico edetector de falhas, e motor de desenvolvimento de novos métodos e políticas educativas.


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