De Tiago Loureiro a 1 de Novembro de 2007 às 02:51
Caro Pedro,

A avaliação das escolas, ainda que quantitativa, e a sua ordenação em ranking não me parece descabida, segundo os pontos que apresentei no último comentário, aos quais somo uma perspectiva de competição (saudável) entre os estabelecimentos de ensino.

Ora, a análise quantitativa, apesar dos defeitos inerentes, é claramente a mais fiável. De resto, o sistema de avaliação na escola funciona muito nessa base, como é, de resto, natural. Assim como tirar boas notas num teste corresponde, tão friamente, à habilidade de responder o que o professor quer, às perguntas que o professor faz, estar em primeiro ou em último no ranking do ministério corresponde a cumprir, ou não, os requisitos que o ministério propõe.

Ás tantas, voltamos sempre à perspectiva do ranking como instrumento incompleto. Mas a sua utilidade, ainda que relativa, parece-me indiscutível.

P.S. Aproveito a oportunidade para te convidar a visitar o meu novo blogue, no qual (brevemente, espero) escreverei sobre o assunto.


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