De Nuno Castro a 27 de Novembro de 2007 às 13:53
Ó Zé, deixa lá de quecalhices (também não sei que seja, mas desconfio sempre do purismo linguístico) trata-me por tu, ou mesmo por nuno, e explica lá o que queres dizer com essa dos líderes e da corrupção da democracia. E nem fiques abespinhado por achares que se trata de uma formulação radical. Não é nada disso. Trata-se é de uma formulação inócua. E isso preocupa. Mas preocupa apenas porque és uma pessoa de relevo no BE e que tens um papel - assumido ou não - como porta-voz de uma das suas tendências internas (porque há várias, como sabes melhor do que eu).
Se não queres dizer rigorosamente nada com isso, pronto, também não vem mal nenhum ao mundo. Mas que me cansa ouvir estas atoardas da boca de tantos que não sabem muito bem o que pretendem com elas...Bom, é tempo da gente (outro preciosismo linguístico) esclarecer as coisas, para que elas não fiquem a ser os signos vazios de que falava a Weil num dos seus textos (lindos!).

Agora, quanto ao Zizek e à minha amizadde...isso é com peixe o gajo que aparece de vez em quando lá pelo berloque qualquer. do zizek gosto das coisas sobre sexo e mulheres. e é quando as percebo. seja como for, rejeito o elogio porque não me vejo sequer a tocar a fímbria da túnica do zizek. sou uma pessoa modesta; o que falta mais por aí!

concluindo, não estejas tão na defensiva. porque é claro que o meu repto pelo esclarecimento ficaria sempre para um texto maior. quando te apetecer, claro está. e só o peço, porque tenho interesse nele e não por qualquer espécie de ressaibo incisivo.

o bloque, é uma tendência vazia dentro do Bloco.


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