Comentários:
De Jorge a 10 de Outubro de 2007 às 22:06
Esqueceu-se de um motivo para perferirmos o Steve Jobs:
Jobs é um nome sugestivo, faz-me lembrar aquilo que Sócrates não consegue dar aos portugueses, jobs.


De Pedro Sales a 9 de Outubro de 2007 às 13:43
Real,

O problema não é o primeiro-ministro estar lá. É estar lá atrás do símbolo da empresa. É só aí, e só por isso, que passa a ser publicidade.


De Anónimo a 9 de Outubro de 2007 às 11:50
Gostei do eufemismo das "referencias" a substituir os preconceitos ;)

Pedro
O que me parece é que o preconceito se alarga, pura e simplesmente, á questão do privado e isso, do meu ponto de vista, não faz nenhum sentido. Hoje, investimentos deste tipo (F wV, IKEA, etc, ) são vitais para a economia portuguesa e devem ser apoiados e estimulados pelo governo. E ao contrário do que dizes, mesmo nos investimentos mais pequenos, os governantes devem estar lá desde que eles incorporem alguma vantagem pública, por mais pequena que seja, emprego, tecnologia, ambiente ou qualquer outra. Qual é afinal o problema dessa promoção ou visibilidade ? que vendam mais ? ainda bem, pá, o que interessa é que as empresas vendam.

Real


De busilis a 8 de Outubro de 2007 às 14:02
Tem provas dadas como vendedor de banha da cobra, isto è um upgrade.


De st3ve S. a 8 de Outubro de 2007 às 13:20
steve jobs é Deus para mim...Jobs é fixe :)


De Pedro Sales a 8 de Outubro de 2007 às 13:18
Real,

Não tenho nada contra os anúncios de investimento - se bem que este, que ainda nem tem estudo de impacto ambiental me suscite algumas reservas. A questão é mesmo o primeiro ministro estar a falar num púlpito da Pescanova e com um generoso videowall coberto com o logotipo da empresa. Se calhar estou doido, como diz o Santana, mas não me parece normal que o primeiro-ministro de um país dê a cara por uma empresa - é disto que se trata - qualquer que seja o seu negócio ou ramo de actividade.

O que aconteceu, e da forma como aconteceu, não foi só mais um anúncio de investimento apoiado pelo governo, entrou no campo da publicidade comercial. Algo que, julgava eu, não era suposto ser desempenhado pelos governantes em exercício de funções.

Se calhar tens razão, sou um gajo novo com referências antigas, mas estes tempos "novos" da política publicitária não me parecem nada normais. Deve ser uma mania minha, quem sabe.


De Anónimo a 8 de Outubro de 2007 às 10:34
Ainda não percebi, meu caro Pedro, esse preconceito aristocrático, por um lado, é uma fábrica de peixe, ainda se fosse da Ford WV...e por outro essa coisa de contestar a iniciativa por ser numa empresa privada, mas qual é o problema ? a presença do primeiro ministro deve acontecer se determinada ideia, acção ou projecto é boa para o país, como neste caso parece ser. às vezes há gajos novos com preconceitos tão antigos.

Real


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