De Paulo Mouta a 3 de Fevereiro de 2008 às 04:37
Normalmente é o esterco (mesmo que o político) que me causa repulsa. E a monarquia, nomeadamente o princípio básico que a rege de que existe alguém predestinado a ser representante da nação só porque o pai e a mãe certos o pariram, é uma irracionalidade gritante. Eu sei que há quem gosta de que as coisas caiam do céu. E estas coisas até estão na moda. Esses parasitas que servem de alimento ao voyerismo parolo das sopeiras (de todas as classes é certo)que se deliciam com as novelas da vida dos reis e príncipes de Espanha porque, para grande desgosto não os temos por cá. O nosso orçamento de estado, contudo, agradece.
É evidente que sou um republicano e com muito orgulho. O que não sabia é que cem anos quase decorridos da implantação da República ainda exista um "republicano típico". E eu que julgava que as pessoas já nem sabiam muito bem o que é ser republicano ou monárquico. Em Portugal e dado o tempo que já passou tornou-se um debate ridículo por ser anacrónico.

Mas ainda bem que me elucidou sobre esses padrões porque me parece que noto aí um certo "anti-republicanismo típico" dos comentários das sopeiras que em vez de discutirem ideias recorrem ao comentário ou ao insulto de carácter pessoal.


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