Comentários:
De Metralhinha a 22 de Junho de 2007 às 00:21
A França já não é o que era em termos de separação entre a esfera pública e a privada. Começa agora a seguir os péssimos exemplos ingleses e norte-americanos. Quanto a nós, é melhor nem falar.


De San a 20 de Junho de 2007 às 15:15
Não nos estamos a esquecer da Mazarine Mitterand, pois não?


De Anónimo a 20 de Junho de 2007 às 02:09
Caro Pedro
Tendoa concordar, de novo, com o post (prometo não reincidir eheheh) que me parece bastante adequado. Todavia, aquilo que é feito por Segoléne às claras, é também muito comum em alguns dos nossos políticos por cá, só que feito de forma mais hábil, no fundo com o mesmo efeito, isto é, tirar vantagens públicas da exposição de matérias da vida privada. Um exemplo que sei que te é caro. Louçã (sempre como se nada fizesse) é mestre nisso. Desde a história "eu tenho uma filha você não tem e por isso não sabe o que é o sorriso de uma criança" até à parte privada que é dada para tirar vantagens públicas, nunca é visto, por exemplo, a fazer férias na neve ou em praias de fino recorte burguês, práticas supostamente mal vistas, por inacessíveis à maioria dos cidadãos. Louçã dá sempre a imagem privada que completa o seu objectivo político. Férias com muito livros, longas caminhadas a pé, reflexão no silêncio do fim do mundo na Ilha Graciosa. Nesta matéria venha quem atire a primeira pedra

Real


De josé manuel faria a 19 de Junho de 2007 às 22:31
Royal deu um grande tiro no pé.


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