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Zero de Conduta

Zero de Conduta

07
Out07

Quando era legível os cidadãos chumbaram, como os cidadãos chumbaram fazemos um ilegível

Pedro Sales
Menos de um dia depois de ser divulgado o texto do Tratado Europeu, somam-se as vozes a criticar o recurso ao referendo. Como o Diário de Notícias diz que o Tratado tem um texto quase ilegível para leigos", Vital Moreira apressa-se a criticar "quem queira submetê-lo a referendo...". Na mesma edição do Diário de Notícias, o reaparecido Martins da Cruz explica melhor as condições pelas quais se deve reger o mecanismo referendário. "Em 2003, quando se iniciaram as negociações do tratado Constitucional, fui um dos primeiros políticos portugueses a defender o referendo. As circunstâncias alteraram-se com os resultados negativos nos referendos na França e na Holanda. O que nós temos agora é a necessidade de levar por diante a reforma da Europa. Entendo hoje que seria aconselhável não haver referendo”. Consulta popular, está visto, só quando for possível garantir à partida que o resultado bate certo com os desejos de Bruxelas e dos governos europeus.

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