Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008
O garantismo de direitos, essa patologia do politicamente correcto

Só num país em que não se dá nenhum valor à liberdade, como é o nosso, é que é possível ver um conhecido jornalista pedir o levantamento de direitos e garantias constitucionais, alegando uma eventual "situação excepcional" causada pelo assalto a meia dúzia de bancos e bombas de gasolina. Quando a defesa do Estado de direito não resiste a uns bandidos de meia tijela, é melhor nem pensar no que seria dito e exigido se tivéssemos sofrido um ataque terrorista como os que tiveram lugar a 11 de Março ou Setembro.

  

Mas não se pense que o disparate ficou por aqui. Mais grave, porque proferidas por um juiz, foram as afirmações de que a insegurança só está a aumentar porque não são os políticos, mas os cidadãos comuns, as suas vítimas. Uma declaração inaceitável e que torna bem visível a mentalidade reinante em significativos sectores da Justiça, já patente em casos como o Envelope 9 ou as fugas de informação provenientes do gabinete do anterior PGR.



publicado por Pedro Sales às 19:00
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Comentários:
De Bruno-Planetas a 28 de Agosto de 2008 às 02:30
Mário Crespo não consegue esconder o rancor e ódio de estimação que tem ao PS.


De bloom a 28 de Agosto de 2008 às 11:40
Se o disparate pagasse imposto, há muito que o Mário Crespo estaria na lista de devedores do Ministério das Finanças.


De Ana Costa a 1 de Setembro de 2008 às 18:53
É dificil conseguir rebater o Mário Crespo nas entrevistas porque ele quase poe as palavras na boca dos entrevistados.Até hoje só ouvi um ou dois entrevistados que o conseguiram calar.


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