De A. Castanho a 18 de Julho de 2008 às 11:06


Concordo genericamente com este Artigo, sobretudo porque não dou crédito algum às marias filomenas mónicas que pululam nos nossos "mérdia" e que disparatam impunemente a torto e a direito, vá lá saber-se porquê.


No entanto, o tema também não admite certo tipo de abordagens superficiais e muito ligeiras, como a deste Artigo, mesmo sendo apenas uma réplica merecida a outro, pelo menos para quem se preocupa minimamente com o futuro da Educação em Portugal.


Um exemplo: quem disse que a eficiência e a qualidade de um sistema de Ensino se mede apenas ou principalmente ao nível da "produção científica" que gera?


É como avaliar um automóvel apenas pela velocidade máxima que atinge, não diz rigorosamente nada sobre ele...


De Pedro Sales a 18 de Julho de 2008 às 15:05
A castanho,

Claro que a avaliação científica não é o único, nem sequer o melhor, critério para avaliar a qualidade do ensino. Mas o ponto de Filomena Mónica, e restante trupe que o JMF pôs a escrever no Público, é outro. O facilitismo do nosso sistema educativo prejudica, em primeiro lugar, os mais pobres e impede o país de gerar as suas "elites". Ora, aí, a investigação científica, até porque é avaliada e escrutinada internacionalmente, já tem alguma importância.


Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres