De Isuf a 17 de Julho de 2008 às 22:27
Eu tenho alguma dificuldade em compreender qual a grande diferença entre um analfabeto funcional com a 4ª classe do antigamente e com um habilitado com o 12º ano ou até mais.
Eu acho que o facilitismo resultado do "eduquês" que tem proliferado num certa elite "pensante" de esquerda e que tem sido levado à prática pelo ME, não nos leva de facto a com porto, se estamos mal, não me parece que seja este o caminho para chegar a algum lado.
Enquanto não compreendermos que o ensino serve para adquirir competências técnicas ou outras e não para dar um grau académico qualquer não vejo que possamos ter um resultado global aceitável.
Acho que a única forma de se atingir a excelência é com rigor e trabalho "Absque sudore et labore nullum opus perfectum est", caso contrário seremos medíocres entre os medíocres.
Eu alinho pela opinião daqueles que dizem que o facilitismo, de forma geral, acentuará as desigualdades, entre os que podem ir além da escola pública e aqueles que t~em que se limitar a essa forma de "aprender"!


De Pedro Sales a 18 de Julho de 2008 às 10:32
Isuf,

tem razão no seu comentário. Olhemos para Filomena Mónica. No longuíssimo artigo que escreve no Público sobre os exames do 9.º ano, acaba por reconhecer que não sabe pesquisar na internet. Não lhe chamaria analfabetismo funcional, mas temos que convir que uma investigadora que, em 2008, não sabe o que é o Google está para lá da iliteracia. E ainda vem dizer que os outros não sabem nada. É preciso ter lata.


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