Comentários:
De Pedro Fontela a 2 de Maio de 2008 às 17:01
É daquelas coisas que todos estamos cansados de saber (isso e o sector das telecomunicações, etc, etc) e nunca ninguém fez nada sobre o assunto - haja dinheiro para pagar a tanto político reformado como director não executivo.


De Fernando a 2 de Maio de 2008 às 19:45
Ora aqui está mais um bom motivo para não ler e muito menos comprar jornais.
Há uns anos atrás existia um jornal cujo slogan publicitário era "A verdade a que temos direito.". Repare-se na subtileza(?) da frase que circunscreve a verdade a um determinado tipo. Mas a verdade não é só uma? É. E o que não é verdade é mentira. Ponto final.
A imprensa portuguesa, hoje, segue o slogan do dito jornal. Toda. Imprensa para idiotas sem neurónios. Desculpem o pleonasmo. E todo o país alinha pelo mesmo. Coitados.



De alberto gomes a 3 de Maio de 2008 às 22:24
Como se constatará em qualquer bom romance policial (ou mesmo mau), para se descobrir os culpados, procura-se quem lucrou com o crime.
Também neste caso o método é aplicável.
Um dos culpados é por demais óbvio, e já foi referido no post, as empresas petroliferas, que ao fim e ao cabo fazem aquilo que é suposto as empresas fazerem, rentabilizarem ao máximo o seu negócio.
Seguindo o raciocinio mesmo também não sendo um brilhante (nem fosco) economista, farei aqui umas continhas simples, vejamos:
Se o combustivel custar 1€ por litro, e o imposto que recai sobre o mesmo, for como é referido, 60% o estado vai receber por cada litro 0,60€. Se o combustivel custar 1,13€ (aumento de 13% apenas desde Janeiro 2008) com o mesma taxa de imposto o estado vai arrecadar 0,678€, ou seja mais 7,8 cêntimos.
Podemos assim constatar quem é que recebe a herança da vitima, ao mesmo tempo que nos põe a acelarar para a redução do défice, sacando dos bolsos de todos nós muitas "octanas" em impostos.
Elementar, meu caro Pedro


De Pedro Sales a 4 de Maio de 2008 às 15:47
Sim. É óbvio que as contas do Estado são das principais beneficiárias com o aumento do preço da gasolina, ficando com qualquer coisa como 64% do aumento do preço. Isso talvez explique tanta inacção na fiscalização das práticas comerciais do sector...


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