Era, obviamente, uma referência ao detective Pepe Carvalho :)
De
Paulo a 30 de Abril de 2008 às 13:18
Ok, então vamos lá todos em filinha esquadrinhar as frases dos passados de todos aqueles que adoramos detestar, independentemente de contextos sociais e da própria maturação dos personagens. Encontra frases parvas no seu percurso? Isso define-o? Deixe-se disso, digo eu. Até porque o presente do JPP é suficientemente exposto para lhe alimentar uma posta ressabiada por dia. Zero de conduta. (Não estou a defender o JPP, estou a criticá-lo a si)
Quer-me parecer que defender que um livro deve ser queimado passa um bocado das marcas da parvoíce.
De
Paulo a 2 de Maio de 2008 às 21:06
Então elucide-nos, Pedro; já que no post apenas insinua que o homem será um encapotado adepto da ditadura, do absolutismo ou coisa que o valha. O que significa a frase, para além da patetice que encerra? Revela a verdadeira e imutável matriz ideológica do JPP?
Não vejo nada de mais naquela afirmação, mas pronto.
Parece que ele falou em lê-lo primeiro...
Há muitos livros que merecem ser queimados. Mas nunca se deve queimá-los: o papel tem valor e deve ser reciclado.
LL
Já comentei este post no meu blogue, com intervenção na caixa de comentários do Pedro Sales e depois de mais algumas pessoas. Tentando ir um pouco além da coisa em si. Não costumo «autocitar-me», mas desta vez, se o Pedro não se importa, aqui fica o URL:
http://aterceiranoite.wordpress.com/2008/04/30/verb-queimar/
De Anónimo a 2 de Maio de 2008 às 10:05
Pedro Sales, isso é uma coisa imbecil que já se passou há mais de trinta anos. É importante recordá-lo agora porquÊ? De que lhe serve isso? Quer demonstrar que o Pacheco Pereira gosta de queimar livros? Eu aposto que se procurar mais nos arquivos vai descobrir coisas ainda mais terríveis que o Pachyeco Pereira gosta de fazer.
Pedro
De
AJF a 2 de Maio de 2008 às 15:38
http://www.militantedebase.blogspot.com/
Escreve PP
"Bases" - a palavra "bases" para designar os militantes de um partido, aquilo que os ingleses chamam rank and file, é uma interessante manifestação vocabular da influência de Maio de 1968 onde menos se espera. Os Comités de Base, as organizações de base, a Base - FUT, "todo o poder às bases", ou "as bases contra as cúpulas", foram algumas das designações e usos que trouxeram, pela extrema-esquerda, a palavra "bases" para o vocabulário de partidos como o PSD, muitas vezes por via do catolicismo progressista. O PSD não tinha tradição própria, hesitava em usar o vocabulário corrente nas tradições jacobina e comunista ("cidadãos", "camaradas", preferia "companheiros"), e passou a usar as palavras que circulavam nos meios não-comunistas do socialismo radical como o MES, ou em sectores do MFA. Muito significativamente nenhum dirigente do PCP trata os militantes do seu partido de "bases", mas sim de "comunistas" ou "militantes", do latim "milites", soldado. A expressão não é também usada correntemente no PS, ficou na identidade do PSD.”
Depois disto até me sinto uma pessoa importante!
http://www.militantedebase.blogspot.com/
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