Domingo, 6 de Abril de 2008
Uma injustiça

As Produções Fictícias invadiram a edição de ontem do Expresso, com excelentes textos humorísticos destacados graficamente com a imagem de um vírus. Só foi pena que, por qualquer lapso técnico, o jornal se tenha esquecido de assinalar convenientemente o artigo mais cómico do jornal, o de João Carlos Espada.
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publicado por Pedro Sales às 12:45
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Comentários:
De Budos a 6 de Abril de 2008 às 15:19
O saudosismo é inerente à natureza humana. Cada um à sua maneira, todos somos saudosistas. O Pedro sales também é: só gosta de música do século passado!!


De JLS a 6 de Abril de 2008 às 20:17
Não deixa de ser curioso que o JCE fale na Magna Carta e se esqueça das denominadas Liberdades Ibéricas Tradicionais (na prática e muito sucintamente, constituição não escrita), quando fala em história democrática e da origem e tradição de princípios democráticos. Nesse parte do artigo até tem razão, apesar de demonstrar uma certa ignorância em relação a Portugal...

Agora o resto do artigo é mania de perseguição. O bicho papão comunista anda aí.



De Énio da Ligúria a 8 de Abril de 2008 às 03:55
Ó homem, como é que você se atreve a gozar com um Homem bem formado e estudioso e sabedor como o é o J.C. Espada...?!
Haja limites e decência...!
Ou isso é tudo ignorância ou esquerdismo anacrónico? É que essa cartilha já deu o que tinha a dar... Já provou à saciedade a sua falência...


De FuckItAll a 8 de Abril de 2008 às 13:41
Alguns comentários também têm a tag "humor", não ?


De Marco Alberto Alves a 8 de Abril de 2008 às 17:12


Joãozinho Carlinhos Espadachim seria o título ideal para um romance de "capa-e-espada" em que o herói fosse um novo-rico cultural muito "bem", vesgo como ficou o Camões, mas que vivesse num País de cegos, onde todos os tomariam deferentemente por um cavalheiro culto, educado e até, eventualmente, muito bem intencionado, que faria o favor de partilhar com a ralé ignara um pouco do perfume intelectual das altas esferas a que se havia guindado por arte de, por exemplo, um golpe-de-baú, quando na prática, nas últimas páginas do romance, quem a elas chegasse viria a descobrir não passar de um figurão baboso e convencido, cuja cantilena serôdia entediava todos os súbditos desse Reino com menos de noventa anos de idade mental...


Se existisse um tal romance à venda, far-lhe-ia o seguinte, depois de o comprar: enviava-o para Oxford com guia de marcha para "abatido ao efectivo"...


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