Comentários:
De mariadosol a 3 de Abril de 2008 às 21:08
a continuar assim ainda vai merecer dois acentos agudos nas vogais do apelido ...


De mariadosol a 3 de Abril de 2008 às 21:09
gágó estou eu... desculpem lá ... queria dizer um acento agudo na 1ª vogal do apelido


De José Luiz Sarmento a 3 de Abril de 2008 às 23:55
Não me repugna especialmente ver um graduado por uma universidade num emprego pouco qualificado, desde que seja utilizado como trampolim para outro melhor. Há muitas carreiras aliciantes que tanto estão ao alcance de um licenciado em Economia como de um engenheiro, jurista, historiador ou filólogo. O próprio facto de uma pessoa saber como pensar e como estudar é uma mais-valia que as empresas podiam aproveitar.
O problema em Portugal é que a nossa classe empresarial tem uma mentalidade que não lhe permite ver isto. Precisam de um engenheiro, contratam um engenheiro, precisam de um economista, contratam um economista. De preferência a recibos verdes e com um ordenado irrisório. Não lhes passa pela cabeça que um licenciado em Filosofia ou em Literaturas Clássicas lhes possa vir a ser muito útil nos centros de decisão.
Noutros países não se comete este erro. O que tem, entre outras vantagens, a de dar a cada um a liberdade de estudar o que gosta e não o que lhe parece dar melhores garantias de emprego a cinco anos de prazo.


De bronca de neve a 4 de Abril de 2008 às 00:59
Que tal Mariasno Gagá?


De Fomos a 4 de Abril de 2008 às 13:04
Mas concerteza que nao ha desemprego entre os licenciados - os licenciados ja' comecaram a debandar do pais em massa e encontrar emprego pela Europa fora! ;-)

Abracos da Irlanda,
"Fomos"
fomos.wordpress.com


De Rui a 4 de Abril de 2008 às 15:25
Repare: ele está convencido. Quer isto dizer que ele, em vez de consultar dados fidedignos, optou por olhar à sua volta, para os filhos dos seus colegas de governo e da política, e não conseguiu descobrir um único licenciado desempregado (porque será?). Aí está a explicação do seu convencimento.


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