Comentários:
De Marco Alberto Alves a 6 de Março de 2008 às 15:45


Portugal regrediu também desde há dezoito anos para cá...


De nelio a 7 de Março de 2008 às 00:24
esta é daquelas que se atira para cima da mesa sem se pensar realmente o que se está a dizer. regrediu em quê???? é que não me ocorre nada.


De Pedro Sales a 7 de Março de 2008 às 04:10
Caro nelio,

Pelas razões que se invocam no post. O jornal tem metade dos suplementos, deixou de ter correspondentes no estrangeiro, a redacção não pára de ser dimunuida, com as consequências naturais, pouca investigação e diferenciação dos outros jornais. Lembra-se qual foi a última vez que o Público dedicou uma capa a uma das principais descobertas científicas? O jornal tornou-se igual aos outros, restando o comprometimento político cada vez mais evidente do seu director.


De nelio a 8 de Março de 2008 às 02:00
caro pedro:

o meu comentário, como pode verificar, era uma resposta ao comentário do marco. quanto ao post, estamos 100% de acordo, subscrevo-o integralmente...


De Budos a 6 de Março de 2008 às 16:14
Pedro Sales e Daniel Oliveira são irmãos gémeos!!
JMF e JPP também o são.


De leonor a 6 de Março de 2008 às 21:01
leio o público desde o ínicio e não posso deixar de concordar que no tempo do Vicente Jorge Silva era bem mais consistente


De jmedfer@gmail.com a 7 de Março de 2008 às 15:35
Tudo bem.Mas o Diário de Notícias, dirigido por Mário Mesquita, então um geracional com pouco mais de 30 anos, tinha um suplemento de Educação que ainda hoje se pode ler... Todos nós temos direito a criar o mundo!


De IF a 11 de Março de 2008 às 10:46
Concordo totalmente. Em 2002 estagiei no "Público" em Lisboa e já nessa altura se sentia um grande hiato entre o director, José Manuel Fernandes, que era acusado, à boca pequena, de impôr os interesses da administração em desfavor dos direitos dos jornalistas.

Um esvaziamento de conteúdos e o decair da qualidade de escrita e de análise tem-se acentuado nos últimos anos. O Público é agora um espaço vazio que serve (principalmente) para publicitar e ampliar as opiniões (discutíveis e por vezes eticamente displicentes) do seu director.

Tenho pena. Cresci a ler o "Publico" e foi sempre o meu jornal de referência. Estagiar lá em 2002 foi uma sorte para mim, porque pude trabalhar lá antes de o jornal atingir o seu crepúsculo...


De IF a 11 de Março de 2008 às 10:49
Peço desculpa, mas como podem ver, o primeiro parágrafo não está correcto.

Deveria ler-se:
"Concordo totalmente. Em 2002 estagiei no "Público" em Lisboa e já nessa altura se sentia um grande hiato entre o director, José Manuel Fernandes, (que era acusado, à boca pequena, de impôr os interesses da administração em desfavor dos direitos dos jornalistas.) e a redacção.


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