Comentários:
De Zé da Póvoa a 27 de Fevereiro de 2008 às 16:36
Convém também dizer que a CP é uma das empresas públicas que mais prejuízos acumula, o que nos entra directamente no bolso, através dos impostos que pagamos! Não me parece que se justifique manter uma desigualdade favorável a 72 quando a empresa tem é que reduzir encargos dràsticamente. Aceito, contudo, que os "cortes" deveriam começar pela Administração e Cargos superiores. P.e: viaturas distribuidas, prémios especiais, ajudas de custo, etc.!


De João Pereira a 28 de Fevereiro de 2008 às 11:06
Nessa lógica, feche-se o parlamento pois dão altos prejuízos e é uma desigualdade social reformarem-se em tão pouco tempo. E por aí fora..... Triste país este onde tudo o que poderia ajudar a classe média (a que mais trabalha e paga impostos) está a ser destruído!


De Anónimo a 27 de Fevereiro de 2008 às 19:24
Também faltou dizer (no post ) que, ao invés de creches para 12% das crianças, passa a existir um subsídio para 100% (desde que, obviamente, se comprove que têm uma Ama ou frequentam um Infantário)... Não sendo a situação ideal, é um pouco diferente da que pretendeu transmitir.


De andre_blog@yahoo.com.br a 27 de Fevereiro de 2008 às 19:50
Faltou ainda falar de 3 coisas:

1- tal como na saúde, o governo começa por encerrar os serviços sem que as alternativas tenham passado de promessas.

2- as promessas de subsídios que aqui se acenam apontam para outra realidade: o governo continua a apostar no out sourcing e a engordar os negócios privados à conta do dinheiro dos contribuintes.

3- faltou ainda falar das medidas que o governo (não) tomou para moralizar os gastos dos administradores e a gestão ruinosas feita por muitos deles ao longo dos anos.


De rui caetano a 27 de Fevereiro de 2008 às 21:19
Isto está muito mal, mas se vissem como a coisa anda na Madeira, veriam o quanto está mesmo mau...


De José Manuel Faria a 27 de Fevereiro de 2008 às 22:23
Socialismo !


De Pedro a 28 de Fevereiro de 2008 às 00:17
Quais 100 milhões para novas creches? Mas a mentira pegou??? É que Sócrates ainda não explicou a ninguém, nem às autarquias, NEM AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO como é que tal investimento vai ser feito, nem a que prazo, nem qual a parte do dito investimento caberá às autarquias. Quanto à meta heroicamente anunciada de cobrir 100% da população com creches e pré-escolar até 2009, ela estava já prevista a nível comunitário DESDE OS ANOS NOVENTA! É só propaganda! O Bloco de Esquerda que pergunte ao Governo pelas creches e jardins de infância anunciados! É que se ninguém der por isso, na segunda legislatura vão anunciar a mesma medida mais umas seis vezes!


De Ana a 28 de Fevereiro de 2008 às 14:00
No âmbito do desvario "desta espécie de país", Recebi esta informação duma colega, que não a conseguiu validar. Alguém sabe se é verdade ou mentira?

"Recebi uma informação que diz que a nossa Milu passou agora de Professora Auxiliar a Professora Associada sem que a vaga tivesse ido a concurso nem ela tivesse feito qq trabalho/tese. Bastou-lhe o serviço "político" prestado.

Tens alguma informação sobre isto ou forma de confirmar?

A ***** é professora universitária e para passar a Associada teve que fazer o dito trabalho e a vaga estava a concurso nacional, mas ela diz que no ensino universitário se fazem as maiores trafulhices (até se inventam "catedráticos convidados", por a vaga de catedrático ter sido ocupada por quem merecia)."


De José a 29 de Fevereiro de 2008 às 11:15
O primeiro ministro veio prometer a criação de mais creches. Era bom se tivesse alguma intensão de cumprir!

Ora vejamos, uma das creches modelo deste pais, foi criada à mais de 50 anos com o objectivo não só de dar ao pais a segurança de terem os filhos perto, mas também com o objectivo de 'pender' cérebros tão necessários à instituição, criada pelo espírito visionário de um homem que apesar da época, viu mais longe e com mais sensibilidade social do que os governantes actuais e que foi um dos fundadores do LNEC, Eng. Manuel Rocha.

Esta creche muitas vezes apresentada pelos meios de comunicação social como creche modelo e utilizada na produção de peças jornalísticas sobre o tema da educação pré-escolar, vai fechar a 30 de Junho por imposição governamental, do mesmo governo que diz abrir novas creches e apoiar as creches nas empresas. Nem como medida economicista se justifica pois esta feitas as contas na sua totalidade sai mais barata ao Estado do que o seu fecho, a única justificação é a criação de dificuldades aos funcionários que leve à insatisfação e consequente propostas de saída da administração que para reformas antecipadas, muito mais baratas, quer com proposta de saídas para a mobilidade (que é um buraco negro de onde nenhum funcionários sairá). Só que esta estratégia numa instituição como o LNEC como é evidente é suicidaria, será que o governo está mesmo interessado na manutenção do LNEC com pessoal competente e satisfeito com o seu trabalho?

Isto não invalida que a gestão deste equipamento (creche) não necessitasse de uma reformulação que poderia levar à economia de alguns recursos que por ventura podiam estar a ser mal geridos, seria essa a medida correcta.


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