Comentários:
De L. Rodrigues a 24 de Julho de 2007 às 14:51
Confesso que ainda não percebi o que ofende, afinal.
Se a sugestão de que os principes das Asturias experimentam outras posições que não a do missionário, ou a sugestão de que ele nunca trabalhou na vida.


De João Távora a 24 de Julho de 2007 às 10:40
Caro Pedro: A palavra "terrível" escreve-se com dois r’s


De Pedro Sales a 24 de Julho de 2007 às 04:49
MJP,

Não se precipite e leia as entradas com atenção. Os links estão lá todos e o do João Távora (caso não chegue lá pelos links, foi escrito no domingo, 22).

Mas, já que fala nisso, repare como é que começa o texto que refere do Luís Naves. "O João Távora já mencionou aqui o tema da caricatura “infame” do príncipe herdeiro espanhol."

Ora aí está, o texto que não encontrou até abre o texto que encontrou, mas eu estou a mentir quando digo que ele existe.

Não sei se por distracção, ou má fé, continuo a encontrar a citação no texto do Luís Naves que você não encontra. Veja lá que até é a abertura do segundo parágrafo. Para o caso de não encontrar (novamente) aqui fica a sua transcrição integral:

"Claro que estes opinadores não pensam na liberdade do príncipe. Na liberdade de poder partir o focinho ao engraçado que o desenhou a ele (Felipe) e à sua esposa, numa circunstância que qualquer um de nós acharia “infame”, se fosse connosco. Aliás, os comentadores nunca pensam: “e se fosse comigo e com aqueles que eu amo?”

Onde é que está a desonestidade? Tudo correctamente citado e linkado. Leia melhor antes de fazer conclusões precipitadas.


De MJP a 24 de Julho de 2007 às 02:50
Uso aminha liberdade de expressão para dizer que é desonesto o que aqui se escreve.
Primeiro é mentira que exista debate sobre o tema no referido blog. Hoje, dia 24 de Julho, e até agora 2h 45 (madrugada) há um post que é do Naves.
Concluo afirmando que as expressões entre aspas não constam do referido post e é o único existente sobre o tema.
Prestam um mau serviço à causa que defendem, seja ela qual for, porque apoiantes conquistados com mentiras só servem causas que não arranjam apoiantes de outra forma.
Pode gozar à vontade já que parece ser a única forma que conhece de se opor a ideias diferentes. Estou onde não me atinje.


Comentar post