Comentários:
De Cláudia Ribeiro a 29 de Novembro de 2007 às 22:36
A União Africana não tem um terço de integridade que a U.E. tem.

É uma organização fachada e penso que esta cimeira só servirá para eu reforçar essa opinião.


De Anónimo a 29 de Novembro de 2007 às 15:41
O que Mugabe merecia era levar uma bela prenda de Portugal, mas da Ordem dos Jornalistas, que com ele já têm "assunto" garantido para as "massas", sem terem que prescindir das suas belas "sestas"...


De almada a 28 de Novembro de 2007 às 23:12
O problema de Brown e que já era de Blair, é que o governo de Mugabe decidiu levarb adiante um reforma agrária, retirando terras aos brancos que possuiam a quase totalidade, para as redestribuir pelas populações negras.
Essa é a única razão, os ditadores e as ditaduras não são chamados para esta posição dos democratas Blair-Brown.
Quanto a Luis Amado, continua a fazer o papel que melhor sabe fazer, o de palhaço, como se verificou no final da reunião sobre a aprovação da constituição europeia.


De samuel a 28 de Novembro de 2007 às 15:57
Nem sei o que é que há para argumentar sobre esta triste cena.
Os ditadores sentados â mesa serão mais que as mâes, os dirigentes europeus, com Brown no topo, são basicamente uns hipócritas e Luís Amado o bobo de serviço, rezando para que alguém finalmente o cumprimente nas putas das cerimónias...


De Filipe Tourais a 28 de Novembro de 2007 às 15:15
Bem sei que sim, vai ser uma parada de ditadores. E também entendo o seu ponto de vista, que Brown não vem por ser um ditador, mas sim por ser aquele ditador, o que prejudicou a comunidade inglesa no Zimbabwe. Mas a UE, neste momento, é uma coisa esquisita, uma amálgama de diferenças esbatidas em consensos forçados que lhe retiram qualquer identidade, como se a UE fosse um todo homogéneo e como se as políticas seguidas favorecessem todos por igual. E estes consensos só se demonstram puro plástico com atitudes como a inglesa. A mesma que deveríamos ter quanto à cotação do Euro, ou quanto às taxas de juro, ou quanto ao PEC, só para dar três exemplos, que objectivamente nos prejudicam e que, caso as contestássemos, não estaríamos a ingerir-nos em assuntos que não nos dissessem respeito. A Inglaterra faz o mesmo, contestando a política externa da UE. Não concorda e não o esconde. Faz bem.


De Nuno a 28 de Novembro de 2007 às 14:48
As razões da Inglaterra de facto nada têm a ver com os direitos humanos. É miserável a Inglaterra vir fazer estas birras qd sabe que o q se discutirá nesta cimeira não se esgota no Zimbabwe e pior ainda é escudar-se com a desculpa dos direitos humanos! Pq na realidade vêm aí de visita (muitos) ditadores ricos de países miseráveis!
Não me parece q Luis Amado ande a passar recados e nada tem de troca tintas! Aplique a mm objectividade de julgamento q fez da posição Brown e verá q assim é. O LA disse o q pensava, q se o Mugabe não viesse seria melhor pois a discussão estaria centrada no q é verdadeiramente inmportante! Ele disse alguma mentira?
Quem vai ouvir das boas e das grossas na cimeira é o Mugabe!


De Anónimo a 28 de Novembro de 2007 às 14:13
Depois de ler Zero de Conduta e Arrastão, entendo melhor a frase de Reich (Escuta, Zé Ninguém!) sobre os fascismos negros e vermelhos.


De Pedro Sales a 28 de Novembro de 2007 às 14:10
Filipe Tourais,

Não é só a Arábia Saudita. Em Lisboa, na mesma cimeira, vão estar para cima de 10 ditadores. O que a Inglaterra tentou foi condicionar a participação de um país de outra organização internacional. Imagine que os países africanos diziam que aceitavam discutir com a União Europeia mas condicionavam a sua presença à ausência do governo Polaco (no tempo dos irmãos gémeos, uma democracia também muito pouco recomendável). Imagina o que é que se diria sobre a ingerência nos assuntos da União?


De Filipe Tourais a 28 de Novembro de 2007 às 13:03
Não estou nada de acordo quanto ao que diz relativamente à posição britânica. Sou contra os falsos consensos dentro da União. A Inglaterra vem em sua própria representação. É um Estado soberano, tem legitimidade para o fazer e recusa-se sentar à mesma mesa que Mugabe. Não o fez com a Arábia Saudita, também está mal, é certo, mas um mal não legitima outro. Ficam dois.


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