Comentários:
De PAULO MOUTA a 15 de Setembro de 2007 às 23:27
Pois aqui a questão central é mesmo essa, a do segredo de justiça. Pois ele existe, mas não é respeitado. E não é porque não interessa ser. Um segredo não gera notícias. Contudo há algo neste caso que pode ser ainda mais perturbador. E se não houve qualquer fuga de informação? E se tudo o que se ouve e lê é fruto de uma imaginação inspirada mas macabra dos media? É que a cada dia nascem novas ideias convertidas em factos. A miuda está morta sem cadáver. Os pais são os assassinos sem cadáver nem conclusão de investigação, quanto mais julgamento. A vida destas e de muitas outras pesssoas é devassada à exaustão. Toda esta história está muito mal contada desde o início. Se o que é dito são fugas de informação então temos apenas mais do mesmo. É grave. Mas se são meras invenções é ainda mais grave. A ditadura da necessidade de notícias pode muito bem tornar-se no carrasco da (residual) democracia que ainda temos.


De Anónimo a 15 de Setembro de 2007 às 09:20
A nova imagem da Sra Mccann está a ser construída da mesma maneira que foi construída a imagem de mãe dedicada em desespero pela filha raptada, nos média, através da encenação que estes facilitam. A realidade é coisa de menor importância aqui. Não escondo, dá-me um certo gozo...


De A. Cabral a 14 de Setembro de 2007 às 16:51
O telejornal aprendeu um novo formato. Martela ate a inconsciencia o tele-espectador com a mesma historia, com todos os intervenientes possiveis e improvaveis, o cao, o gato e o poste de iluminacao; com o piscologo, o advogado e todos os que tenham labia. E entre os segmentos um atrapalhado pivot a improvisar com voz hesitante, porque deve ter sido tudo cozido mesmo 'a ultima...


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