Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008
Invertebrado
Quem ainda tinha dúvidas sobre a natureza da clique Xanana Gusmão- Ramos Horta, deve tê-las dissipado totalmente com a presença do primeiro no funeral do ditador responsável pela morte de 200 mil timorenses e com as declarações do pateta alegre que se tornou famoso pelo seu lacinho. O porta-voz do Governo de Timor-Leste garante que Xanana Gusmão foi ao funeral do ex-presidente "como expressão de reconhecimento e gratidão do povo de Timor-Leste a Suharto por aquilo que fez de positivo no país durante os 24 anos de ocupação indonésia". As palavras são tão chocantes e ignóbeis que tornam difícil qualquer reacção que não seja temer pela sua sanidade mental. Mas há muito que Xanana passou a fronteira da falta de vergonha e dignidade. Era uma questão de tempo para que o seu carácter ficasse à vista de todos. Não precisava era de ser de uma forma tão crua e despudorada.

publicado por Pedro Sales às 22:39
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Comentários:
De Anónimo a 30 de Janeiro de 2008 às 11:24
Vendido!

Traidor!
Andámos nós em marchas e desfiles por Timor, tendo-o a ele como Figura de Admiração , para levar uma punhalada destas!

Pela minha parte NUNCA MAIS levantarei um dedo que seja (só se fôr o do meio)

HAJA VERGONHA SR XANANA!!!


De Anónimo a 29 de Janeiro de 2008 às 23:10
Granda cabrão esse Xanana!! dEvia ter vergonha nos cornos!! E ainda por cima é lampião!!!


De ana monteiro a 29 de Janeiro de 2008 às 13:46
Sé se foi agradecer por ter deixado alguns timorenses vivos.


De Pedro Sales a 29 de Janeiro de 2008 às 12:12
João,

É por isso mesmo que as declarações, e comportamente, de Xanana é um desrespeito para a memória dos opositores de Suharto, entre os quais o Xanana de há umas décadas.


De João a 29 de Janeiro de 2008 às 12:06
Se o Pedro Sales soubesse o que se fazia nas cadeias indonésias ( se calhar ainda se faz!) aos prisioneiros políticos, não era tão mortífero para com Xanana.


De Anónimo a 29 de Janeiro de 2008 às 12:03
Miguel Madeira

a questão tem a ver com o facto do Pedro desvalorizar uma componente de bárbarie, relativizando, em muitas destas sociedades.E relativizar uma componente assim tem, infelizmente, dado muito maus resultados para a humanidade. É tão só isso

Real


De Filipe Tourais a 29 de Janeiro de 2008 às 11:56
Lá diz o ditado: "Se queres conhecer o vilão, põe-lhe o pau na mão." Não sou muito dado a adágios populares, mas este serve como uma luva.


De Miguel Madeira a 29 de Janeiro de 2008 às 11:54
"francamente Pedro, essa coisa do relativismo cultural, ou melhor, civilizacional, é um discurso tão ultrapassado, estafado... "

Mas não é o Real que está a defender o "relativismo cultural" (isto é, a ideia que os padrões morais mudam de cultura para cultura)? A mim parece-me que é.


De max a 29 de Janeiro de 2008 às 11:44
Heróico combatente de fisgas com um espírito de perdão ou não... a sua comparência no funeral foi um desrespeito pelas vítimas timorenses. O próprio funeral foi um abjecto desrespeito por todos os milhões que com Suharto sofreram.


De Anónimo a 29 de Janeiro de 2008 às 10:11
ops, já fiz asneira


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