Comentários:
De A. Castanho a 18 de Dezembro de 2007 às 15:39
Acho inútil clamar pelo Referendo, quando o que está em causa é saber as consequências de um hipotético Referendo: quem defende o Referendo defende apenas o NÃO ao Tratado. Quem defende o Tratado está-se nas tintas para que haja ou não Referendo: mas, se o houver, que digam ao Povo qual o significado supremo do seu voto: do sim, como do não.


Que isto de brincar aos políticos em nome da Democracia não pode ser como os meninos a brincar com o fogo em nome da Liberdade: ainda alguém vai ficar queimado..


De Pedro Sales a 14 de Dezembro de 2007 às 17:35
Caro anónimo,

O Pacheco tem mais jeito em posts como estes e em muitos outros, para o bem e para o mal.

Filipe,

Também gostei bastante dessa frase do Rodrigo.


De Anónimo a 14 de Dezembro de 2007 às 15:48
Pedro, em posts assim, o pacheco pereira tem mais jeito


De sucedâneo a 14 de Dezembro de 2007 às 12:55
Também achei curioso chamarem "impasse" ao facto de a França ter democraticamente chumbado o projecto de tratado e "sucesso" à sua subsequente assinatura sem mais nem ontem, com caneta de prata e grande aparato.
O que sabemos para já é a cor da alcatifa e das gravatas, e a mariquice toda do cenário (à grande e à americana!). Mas podemos imaginar o que ali está: praticamente tudo o que estava antes mais a flexigurança.
Interessante ainda a manifestação de apoio futuro que Barroso deu a todos os deputados, afirmando que é "preciso coragem" para fazer passar isto nos parlamentos - sem consulta popular, entenda-se.
Ai mundo, mundo...quem te viu e quem te vê!


De Filipe Tourais a 14 de Dezembro de 2007 às 12:03
É precisamente essa a minha leitura. É claro que a altura da ministra austríaca e o metal das canetas não são questões passíveis de serem referendadas. Gostei bastante da frase «O sucesso do projecto europeu é proporcional à capacidade da Europa não pensar muito nisso» do Rodrigo Moita de Deus.


De panúrgio a 14 de Dezembro de 2007 às 03:05
a manipulação existe com ou sem referendo. a lógica é a da subtração da capacidade e da vontade de decisão das populações, quer a nível nacional como europeu, pelo que qualquer das alternativas que possam vir de uma lógica nesses moldes está condenada a um resultado idêntico


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