Terça-feira, 2 de Outubro de 2007
Há dois anos, quando o candidataram, devia ser um jovem que corria a maratona em 2h30
PCP substitui presidente da câmara da Marinha-Grande por vice-presidente. Em conferência de imprensa, o dirigente comunista Filipe Andrade apontou a necessidade de renovação e a idade de Barros Duarte (73 anos) como as causas para esta substituição a meio do mandato.


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publicado por Pedro Sales às 17:12
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Comentários:
De A.Silva a 4 de Outubro de 2007 às 00:46
a.pacheco já tinha saudades de ler os teus comentários tão profundos e lúcidos, mesmo que agora assines com anónimo (16:24) o teu estilo desmascara-te.


De João a 3 de Outubro de 2007 às 18:09
Mais um a fazer-se de desentendido e a fingir que não se lembra que a Drago que encabeçava os cartazes eleitorais das eleições precisamente há dois anos atrás, como cabeça de lista à Assembleia Municipal de Lisboa, mal se apanhou eleita abandonou o cargo sem ter prestado qualquer esclarecimento ao eleitorado e ao partido que patrocinou a sua candidatura.


De Anónimo a 3 de Outubro de 2007 às 16:24
Estes PCP são cómicos, bom já lá tinham a D. Odete, vedette fanée de revista, mas agora com o velho de 73 que não era velho aos 71, passam as marcas.

E depois vêm com a Drago o Rosas , o Teixeira Lopes, gente jovem e de sangue na guelra.

A Drago está no Parlamento e recomendasse.

O Teixeira Lopes continua a chatear o Rui Rio, ( pena não ser vereador, era capaz de fazer melhor trabalho que o Sá do PCP), e o Rosas saiu do Parlamento há pouco, mas volta.

Mas a Luisa Mesquita é que os topa, é ver as noticias deste fim de semana.

Aquilo não é um partido com paredes de vidro, é um saco de lacraus....


De João a 3 de Outubro de 2007 às 15:08
Não posso deixar de achar um piadão do caraças às lágrimas de crocodilo que o João Paulo Pedrosa (cabeça da lista derrotada do PS na Marinha Grande) verte pelo João Barros Duarte e contudo nada tenha a alegar em favor do seu camarada de Beja José Monge a quem o PS local retirou a confiança política apenas por ter aceite um pelouro no município de Beja.

E esquece-se o João Paulo Pedrosa do comportamento exemplar tanto do João Barros Duarte como dos seus camaradas da CDU da Marinha Grande que sempre lutaram juntos nas horas boas e más: quer quando há alguns anos atrás quando a lista da CDU encabeçada pelo João Barros Duarte foi derrotado, quer há dois anos quando a mesmíssima lista saiu vitoriosa na contenda eleitoral.


De josé manuel faria a 3 de Outubro de 2007 às 12:38
JPP, os votos não se perdem para os partidos, neste caso os mil para o BE.

Os votos são dos eleitores.


De Praça Stephens a 3 de Outubro de 2007 às 10:50
Caro Pedro Sales

têm sido engraçadíssimos os teus comentários :)))
Uma pequena correcção, não foi há dois anos, foi há pouco mais de um ano que a câmara tomou posse. E se contarmos que, como diz o dirigente do PCP, a decisão já estava tomada desde as eleições e que no mês de Julho combinaram a data da renuncia, praticamente pode dizer-se que o cozinhado esteve a ser preparado praticamente desde o dia a seguir às eleições.
Apesar de eu ser uma das vítimas da fraude, preocupa-me mais o mau exemplo democrático que parecer estar a fazer escola no PCP, ou seja, a subversão total da vontade eleitoral. Senão vejamos:
O PCP candidatou Barros Duarte, um histórico militante comunista que já antes tinha sido presidente da câmara por três vezes. Fizeram-no acentuado esse facto, contra um "jovem" candidato do PS (eu próprio), procurando capitalizar essa experiência e essa notoriedade junto da tradicional base de apoio operária daquele concelho. E assim foi, das três freguesias do concelho o PS ganhou em duas (Vieira de Leiria e Moita) e o PCP na outra (Marinha Grande). Já nessa altura o PCP ponderou candidatar o vereador que vai substituir o presidente e não o fizeram porquê ? simples, porque tiveram medo de perder.
Pessoalmente não estou zangado (custaram-me mais os mil votos que perdi para o BE :)), apesar de eu ter mantido a mesma votação das eleições anteriores), mas acho que isto é um caminho perigoso que a fazer escola subverte totalmente o significado do voto popular.

João Paulo Pedrosa


De Paulo Mouta a 3 de Outubro de 2007 às 00:55
Qualquer eleito nas listas do PCP ou CDU sabe perfeitamente à partida que isto lhe pode acontecer. Pode parecer algo estranho mas a realidade é que as eleições são para listas que são compostas por pessoas que supostamente estão igualmente preparadas para assumirem as funções que o partido lhes atribui por terem sido eleitos. Na filosofia do PCP os eleitos são-no por um projecto político e não pelo rosto de quem encabeça a lista. A questão aqui está, como diz muito bem o Pedro Sales, na explicação desnecessária mas para a qual houve necessidade de dar uma justificação sem sentido. O PCP não tem de justificar deste modo ridículo algo que é natural na vida democrática. Até parece que a justificação está a querer esconder algo...


De Paulo Mouta a 3 de Outubro de 2007 às 00:54
Qualquer eleito nas listas do PCP ou CDU sabe perfeitamente à partida que isto lhe pode acontecer. Pode parecer algo estranho mas a realidade é que as eleições são para listas que são compostas por pessoas que supostamente estão igualmente preparadas para assumirem as funções que o partido lhes atribui por terem sido eleitos. Na filosofia do PCP os eleitos são-no por um projecto político e não pelo rosto de quem encabeça a lista. A questão aqui está, como diz muito bem o Pedro Sales, na explicação desnecessária mas para a qual houve necessidade de dar uma justificação sem sentido. O PCP não tem de justificar deste modo ridículo algo que é natural na vida democrática. Até parece que a justificação está a querer esconder algo...


De A.S. a 2 de Outubro de 2007 às 23:59
Realmente quando não há nada a dizer aparecem os disparates e as tentativas de criar problemas onde não existem.
A propósito, alguma coisa a dizer acerca do facto de Sá Fernandes (e respectivo Bloco), se abster no caso dos terrenos do Sporting, apoiarem a mudança do IPO e não se oporem ao fim de contrato de dezenas de trabalhadores com vinculo precário à CML?


De Pedro Sales a 2 de Outubro de 2007 às 23:55
João,

Se não vê nenhum problema, tudo bem. É a sua interpretação, a minha é um pouco diferente. O PCP diz que tinha um "acordo" com o candidato para este renunciar ao fim de dois anos. Se não havia problema nenhum, como defende, podiam ter deixado isso claro na campanha, deixando os eleitores decidir com base no conhecimento desse acordo.


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