Comentários:
De Pablo Pichasso a 30 de Junho de 2007 às 13:20
Já percebemos que actualmente o nosso emprego pode estar em risco quando nos entretemos a fazer piadas ou a contar anedotas que envolvam membros do governo.
Devemos por isso procurar encontrar novas estratégias com vista a despistar as autoridades e mesmo a “bufaria”.
Há já quem sugira recorrermos ao velho sistema utilizado pela espionagem ou mesmo pelas organizações civis e politicas em tempos de ditadura e fascismo, ou seja, usarmos nomes de código. Existe mesmo uma proposta inicial.


De Pedro Sales a 29 de Junho de 2007 às 13:03
Jorge,

O Ricardo Armada candidatou-se, há seis anos, nas listas do PP e foi eleito para a Assembleia Municipal. Nas últimas eleições não houve nenhuma coligação PS-PP, houve alguns elementos do PP que entraram numa lista socialista - o que é bem diferente. Tudo o que disse está correcto. Ricardo Armada é um vereador socialista e foi nomeado - no mesmo dia, repare - pporque uma dirigente do centro de saúde não agiu como uma comissária política do governo.

O site da Câmara, aliás, não engana.


De Jorge a 29 de Junho de 2007 às 12:04
O Sr.Ricardo Armada apesar de ser vereador pela Câmara PS é na realidade membro do Partido Popular local. Esta vereação deveu-se à coligação pré-eleitoral que houve entre o PS e PP.


De Raposa Velha a 29 de Junho de 2007 às 11:06
Mas que estória rocambolesca! O kit "Nomeação na Hora" já referenciava o telemóvel como imprescindível e passou agora a incluir também a máquina fotográfica [momento PUBlicidade: boneco no Fliscorno :) ].


De maria josé vitorino a 29 de Junho de 2007 às 04:15
Humor (sentido de )
Ainda havemos de o ver à venda nas farmácias em unidoses com a recomendação
SE NÃO USAR TODAS ESTAS DOSES - DÊ AOS POBRES, QUE EMPRESTA AO ESPÍRITO SANTO!

Isto é um caso muito sério. Aliás, vários casos. E o tempo que nos faz perder em melindres de donzela, gasta-o este Governo à socapa em delitos de (isso mesmo que estais a pensar). Eficaz? E revelador.
Como se aplica o conceito de desobediência civil à gargalhada por ver um "superior hierárquico" perder completamente a compostura, ou seja, a noção do ridículo? Quem não consegue ver que a melhor maneira de aumentar as anedotas é proibir uma anedota?
Ora aí está: o que se pretende é aumentar desesperadamente a jocosidade nacional, em privado já se vê. À vista, tudo cinzentinho e conformado.
Depois contamina e há falta de inovação, criatividade, competitividade? Pois há, lá isso... riscos de privatizar exercícios de inteligência. Paciência! Não se pode ter tudo: para obediência, mesmo na inutilidade, sobretudo na inutilidade, a inteligência só atrapalha.
(agradecendo provocação ao Daniel - este é um post do lerdoler.blogspot.com para saudar o Zero!)


De josé manuel faria a 28 de Junho de 2007 às 19:11
Isto vai de mal a pior. Cuidado, muito cuidado.


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