Sábado, 5 de Janeiro de 2008
Cobardia é sair de uma guerra em que não se acredita
Agora que se tornou claro que foi o governo francês, liderado pelo novo ídolo das nossas direitas, que obrigou ao cancelamento do Dakar por causa de um comunicado de uma organização da Al Qaeda, estranho não encontrar nenhuma crítica à cobardia do namorado de Carla Bruni nos blogues que não pararam de zurzir na falta de coragem e no capitulacionismo de Zapatero perante os terroristas quando este retirou as tropas espanholas do Iraque. A coragem dos nossos guerreiros de sofá tem os seus dias. E as suas causas.

publicado por Pedro Sales às 10:20
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Comentários:
De Francisco Costa a 8 de Janeiro de 2008 às 15:35
O problema de Sarkozy há-de ser mais complexo do que o receio de vítimas durante a prova. Mas é uma capitulação ao medo. O que significa que, de uma assentada, os franceses resolveram ignorar o esforço dos que, apesar das perdas, seguem sem fazer o jogo do terrorismo.


De Anónimo a 8 de Janeiro de 2008 às 12:02
Eu diria que há uma grande diferença entre retirar tropas espanholas (legionários e para quedistas) e mandar retirar uma caravana de um rallye, mas mesmo assim acho que o Sarkozy foi um mariquinhas e acho bem mal que os que o apoiámos não reclamemos agora.


De Paulo Mouta a 6 de Janeiro de 2008 às 02:28
...e como a direita só sobrevive na cultura do medo, há que espalhar a ideia da ameaça constante mesmo correndo este risco de se tornarem nos verdadeiros cobardes.


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