Domingo, 23 de Setembro de 2007
Já que ninguém o faz, resta sempre Paulo Portas para lembrar que o Paulo Portas é o máximo
Paulo Portas convicto que tem “missão a cumprir” como “alternativa” ao Governo. “Ontem ficou claro que o líder da oposição de quem o primeiro-ministro, José Sócrates, não gosta é o líder do CDS/PP", declarou o líder do Partido Popular.

Paulo Portas tirou Ribeiro e Castro do lugar que lhe “emprestou” durante dois anos, dizendo que só ele é que tem condições para obter um bom resultado em 2009. Ganhou as eleições do partido e afirmou que, com ele, passaria a existir uma oposição “firme e credível”. Quis transformar as eleições de Lisboa num teste à sua liderança e, depois do descalabro eleitoral, ameaçou pôr o Estado em tribunal por causa de uma alegada campanha do Ministério Público para acabar com a sua carreira política. O universo do líder do partido popular começa em Paulo e acaba em Portas.

Existindo a hipótese - remota, claro -, de ainda existir alguém que não se tenha apercebido da excelência política que ocupa a primeira fila do PP no Parlamento, e da oposição sem quartel que faz ao Governo, cá está Paulo Portas para nos chamar a atenção, na terceira pessoa, para a sua genialidade. Um dia destes talvez diga o que propõe.

publicado por Pedro Sales às 12:36
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Comentários:
De busilis a 24 de Setembro de 2007 às 13:56
Aida bem que o paulo portas existe senâo ainda ficavamos a pensar que o paulo poortas era algum oportunista,imprestavel e corrupto,deus nos livre de semelhantes pensamentos.


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