Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Os dois tratados são quase iguais? "É a minha opinião"

"O PS tinha um compromisso com o Tratado Constitucional. Agora é o Tratado de Lisboa, que não existia na altura. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. As circunstâncias alteraram-se completamente. É um tratado diferente", disse José Sócrates no final da Comissão Política Nacional do PS.



publicado por Pedro Sales às 12:32
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Comentários:
De mariano a 10 de Janeiro de 2008 às 12:40
Queria só perguntar aos autores do blog se se pode chamar nomes feios aos pseudo-politicos neste espaço?
É que dá-me uma vantade de lhes chamar...
Agradeço a resposta.


De mariano a 10 de Janeiro de 2008 às 12:32
Este Primeiro-ministro de Portugal, que meu nnão é de certeza, anda a brincar com o lume e é vergonhosa a argumentação que utiliza para se desculpar.
Talvez seja infaltiloide e demagoga em vez de vegonhosa.Ou será mentirosa?

Sem ponta por onde se lhe pegue.


De SV a 10 de Janeiro de 2008 às 12:20
«As circunstâncias alteraram-se completamente»

Que circunstâncias supervenientes são essas?

«É um Tratado diferente»

À parte dos símbolos e hinos e o camandrio que não têm consequência nenhuma, materialmente, em que é que se manifesta tão acentuada diferença?

E assim se identifica a nulidade do discurso político em Portugal. Consistente, porém - diga-se -, com o total paternalismo com que é compreendida a democracia.


De Paulo Mouta a 9 de Janeiro de 2008 às 22:53
Eles até são quase iguais. Mas são "Tratados" de forma diferente...


De cadeiradopoder a 9 de Janeiro de 2008 às 22:11
Ele contorceu-se, falou, esquivou-se e deu tantas voltas que as palavras de Sócrates cairam tontas à busca de uma argumentação que não tinha cabimento.


De Jorge a 9 de Janeiro de 2008 às 20:38
Os tratados da UE são uma evolução. Uma consequência dos que os antecedem. Actualiza-se, expande-se, reforma-se. 90% do conteúdo do Tratado Constitucional nada tinha de "constitucional", era uma actualização, expansão, reforma, mas sobretudo uma reordenação. Os outros 10% (até menos, provavelmente) correspondiam ao peso "constitucional". Era um peso, era uma carga simbólica, mística e essa constitucionalidade e algumas coisas que existiam nesse texto é que justificavam a ratificação por referendo, em todos os países. Caíndo a ideia de constitucionalidade, o Tratado é um "mero" tratado. A constitucionalidade era uma "ideia" para Europa. Era sobretudo (senão apenas) isso que iria ser referendado. Não propriamente todo o conteúdo do Tratado. Eu seria de acordo num referendo mais sobre uma ideologia. Aliás, referendar um tratado, pelo seu conteúdo é algo impraticável. E nem é uma questão de inteligibilidade do seu texto, como muitos afirmam. 99% das pessoas nem sequer estão para ler os artigos; a maior parte porque se está a marimbar. Nem se pode falar em compreensão do texto.


De A. Castanho a 9 de Janeiro de 2008 às 17:57
Não mudasti nada: é óbvio que os dois Tratados são quase, quase iguais, assim como estar com a cabeça um palmo abaixo ou acima da água da piscina. Ou passar em frente ao radar da Av. de Ceuta (um dos mais mortíferos) a 49 ou a 51 km/h.


Não percebeu? Nesta altura ainda vai a tempo de meter explicador...


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